Arquivo para Novembro, 2006

As tiras salvam!

Postado em mas que merda... em Novembro 30, 2006 por Diogo Costa

mismatchesmetro.jpg

 [inventando conteúdo]

Postado em Uncategorized em Novembro 30, 2006 por Diogo Costa

perdi o jeito. Não sei mais o que fazer desta merda…

má no cú viu…

para a lua.

Postado em tum-tum-tum em Novembro 27, 2006 por Diogo Costa

Pra ti guardei meus maiores exageros, meus trejeitos, minhas rimas, meus desesperos, aquele pedaço de cabelo dos meus cinco anos de idade. Guardei também toda aquela alegria e impaciência que um dia tive, tudo para quando você aparecesse, e aí esta você.

Te levei para passear em um campo de céu azul, grama verde e passáros cantantes para ver se ainda tudo aquilo me causava náuseas. Mas não causou, e eu pensei que talvez a normalidade nem seja assim tão ruim.

Pra ti guardei meus melhores poemas, minhas melhores canções, minhas melhores dicas de livros, meus melhores discos e minhas melhores memórias e histórias. Guardei minhas melhores poses, minhas melhores roupas, meu melhor sapato. Meu riso sem-graça e o rubor na minha cara é um diferente, guardado a tempos para entregar a você no momento certo.

Te guardei litros e litros de lágrimas, mas espero que elas fiquem guardadas por muito tempo.

Te guardo minhas melhores piadas. Só para que eu seja a piada quando você disser que eu não sei contar piadas.

Deixei para que você meu medo de trovão, uma desculpa a mais para um abraço. E também o meu medo de avião, para que você leve a sério quando eu disser que eu não quero que você vá para Salvador, ou para qualquer lugar que te deixe longe de mim.

Por você eu guardo minha coragem, minhas economias, aquele pedaço de torta que eu imagino que você adoraria, meu sonhos de infância e toda a criatividade que eu puder ter.

Te guardei também um monte de frases de impacto para você ficar assim, vermelha como você fica e que eu acho tão bonito…

Para você eu guardo um sorriso que te faça sentir feliz. Te guardo um abraço para você se sentir protegida e um beijo para te sentir amada.

Inventei um amor e o guardei. E ainda o guardo, vou soltando devagarinho pois sei que há ainda muito tempo para vive-lo. Pois para tí, guardei uma vida inteira.

espirros.

Postado em Uncategorized em Novembro 24, 2006 por Diogo Costa

#

A palavra que faltava era: moinho. Isso. Que começa com m, tem i no meio e o no final. Eu acho essa coisa com quatro letras é amor…ou odio… tem r? se tem um r no final é amor…

Vê naquele ali de baixo. Quatro letras. Se começar com O é odio.

mas é não. é A de Asma e O de Oléo.

Quer brincar de forca agora?

#

Em Santo ele não acredita, mas na força de Padre Cicero leva fé. Padre Cicero é gente humana, não tem argola na cabeça anjinho ao seu lado. Curou, mãe, irmã, vizinha do cunhado, dono da loja de 1,99. Padrinho Cicero é o cara.

Mas promete pra Santo Expedito que se arrumar o emprego e pagar as dívidas, faz faixa e milheiro de santinho agradeçendo a graça alcançada.

Afinal, quem olha o milagre, não vê o santo.

#

horizonte distante
los hermanos

por onde vou guiar o olhar que não enxerga mais
dá-me luz, ó deus do tempo
dá-me luz, ó deus do tempo
neste momento menor
pra eu saber teu redor

a gente quer ver horizonte distante
a gente quer ver horizonte distante

aprumar

através eu vi, só amor é luz
e há de estar daqui até alto e amanhã
quem fica com o tempo
eu faço dele meu e não me falta ao passo coração
e não me falta ao passo coração

avante

a gente quer ver horizonte distante
a gente quer ver horizonte distante

aprumar

Os Rôbos Xintoistas de Tóquio

Postado em outra dose por favor... em Novembro 23, 2006 por Diogo Costa

xintô batussai!!

Por favor, você tem rôbos?
si, sin… quantos quer?
Não, não… é só uma pesquisa de preço… Tem americano?
rrobô amelicano é rruiin… leva de toquio…
mas eu tô procurando um especifico, que faça café com leite…
café com leite, né? deixa disso, leva rrobô de toquio que faz chá verde bom. bom para os gases né…
O que mais faz este robô japonês?
Rrobô japoneis é xintoista
Ah é? E  o que faz um robô xintoista?
rrobô xintoista tem poderes magicos… acha moeda perdida, limpa o incensario e põe comida para gato…
E para cachoro? O robô xintoista poe comida para cachorro?
no, no cacholo não… robô xintô no gosta de cacholo né? num pode ter cacholo se não rrobo mata aí né…
Mas  o que eu faço com meu cachorro?
Leva pa passea no parque e deixa lá… Robo Xintoista é mais educado e traz mais energia boa para o senhor.
Mas eu não sou Xintoista!
Robo xintoista ensina a ser… Vem com DVD, manual em cd-lon. Tá completo.
Tá quanto então? este robô aí, o branco?
Tá 50 doláres né…
Vai com pilhas?
Si, Si… vai levar?
embrulha para mim… tem garantia?
Si, si… se rrobô vira maoista ou neo-liberal pode trazer que a gente faiz troca né…

Crônicamente Duvidoso

Postado em nota. em Novembro 21, 2006 por Diogo Costa

Aproveitando a deixa do aniverário de 70 anos de Bob Finger ( dos quais 55 anos foram dedicados a literatura marginal),  lanço a minha carreira pseudo literária de mau gosto. Sim, eu estou ciente de que sou um oportunista e não mereço sua confiança.

Gostaria de salientar que eu não sou estrabista, mas que eu ando com más companhias…